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Dia Nacional do Livro: A força que as palavras impressas possuem

No Brasil se comemora no dia 29 de outubro o Dia Nacional do Livro. Sendo um conjunto de folhas escritas ou impressas com o objetivo de passar e registrar uma ideia, os livros são objetivos essenciais para toda a evolução cultural de uma sociedade.

Houve tempos em que algumas ideias registradas em livros foram símbolos e ferramentas de revoluções em determinados países. Tão pequenino, porém tão importante, os livros já foram queimados, enterrados, rasgados por conjuntos de pessoas que desaprovavam tais ideias impressas. Sinal, este, sem tomar partido de ideologias, da força que as palavras possuem.

A data do dia 29 foi escolhida para se comemorar o Dia Nacional do Livro porque é quando a Biblioteca Nacional do Livro foi fundada, no ano de 1810, pela coroa portuguesa, que a propósito, foi a responsável por trazer o primeiro acervo bibliográfico ao país, vindo diretamente da Real Biblioteca Portuguesa, com mais de 60 mil objetos composto por manuscritos, mapas, livros, moedas e medalhas.

Existem diversos gêneros de livros, tais como romance, suspense, drama, ficção, autoajuda, religioso, documentário, escolares, entre outras. Vale lembrar que para se publicar um livro, atualmente, é preciso ter uma editora que compre a ideia de publicação do material de um determinado autor, mas também pode ser feito de forma independente como, por exemplo, na Amazon ou até mesmo os novos e-books que vieram para ficar. Ou seja, atualmente existe uma maior democratização na publicação de livros.

Com Gutenberg se deu a primeira impressão de um livro em série devido a sua criação: a prensa tipográfica que deu origem à Bíblia de Gutenberg com exatas 642 páginas e uma tiragem de 200 exemplares. Este momento histórico ficou marcado como a passagem da Era Medieval para a Era Moderna.

“Marília de Dirceu” foi a primeira obra publicada no Brasil. Seu autor, Tomás Antônio Gonzaga teve seu livro lido pero imperador previamente para que fosse certificado que as ideias ali contidas estavam de ‘acordo’ com o que os brasileiros poderiam ler, já apresentando traços de uma censura que duraria anos a fio no cenário político social brasileiro.

No então ano de 1925, com a fundação da Companhia Editora Nacional, do editor e escritor Monteiro Lobato, o Brasil começa a ter mais possibilidades de crescimento editorial.

Para o Instituto Irmãos Nogueira fomentar a cultura é essencial. São mais de 1.200 crianças assistidas nos nossos projetos e nosso primeiro objetivo que é o de transformar vidas parte do pressuposto que educação é primordial para se alcançar tais metas.

Livro do coordenador pedagógico Jorge Felipe Columá retrata um Núcleo do Instituto Irmãos Nogueira:

Intitulado como “Sentinela da Cidadania: atores e autores na vida da favela”, o livro fala das ações afirmativas nas comunidades com exemplos práticos envolvendo uma comunidade do Rio de Janeiro onde há um núcleo do IIN. Para quem desejar conhecer e comprar um exemplar está a venda em: www.jorgecoluma.com.br

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